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24 milhões saíram da pobreza absoluta no governo Lula!

Desemprego deve ficar no menor nível da história em 2010.

Retomar as ferrovias é urgente e necessário.

Aprovação do governo Lula é a maior da história do país.

RS precisa destinar 12% do Orçamento para a Saúde.

Agricultura familiar produz 70% dos alimentos.

Brasil lidera crescimento na América Latina, diz Cepal

Daniel Lima*
Repórter da
Agência Brasil

Brasília – A América Latina e o Caribe já consolidaram a recuperação ecônomica iniciada no segundo semestre do ano passado e deverão registrar neste ano crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 5,2%. A conclusão é do Estudo Econômico de América Latina e o Caribe 2009-2010, divulgado hoje (21) no Chile pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

O documento aponta aumento de 3,7% no PIB per capita na região e estima para 2011 crescimento de 3,8%.

De acordo com a Cepal, as maiores taxas de crescimento este ano estão entre na América do Sul. O Brasil, que deve crescer 7,6%, aparece à frente, seguido pelo Uruguai (7%), Paraguai (7%), pela Argentina (6,8%) e pelo Peru (6,7%). Abaixo desse patamar, aparecem a República Dominicana (6%), o Panamá (5%), a Bolívia (4,5%), o Chile (4,3%) e o México (4,1%). A Colômbia deve crescer 3,7%, o Equador e Honduras, 2,5%, e a Nicarágua e a Guatemala, 2%. A previsão para a Venezuela é de retração (-3,0%), assim como para o Haiti (-8,5%), que ainda sofre reflexos do terremoto de janeiro passado.

A Cepal ressalta que o crescimento na região é mais alto do que se previa e muito heterogêneo, com destaque para os países do Mercosul e aqueles que tiveram mais capacidade de implementar políticas públicas. Os dados da Cepal mostram ainda que, em geral, “o maior nível de atividade econômica regional teve impacto positivo sobre o mercado de trabalho, com redução do desemprego na região, onde os índices recuaram de 8,2%, em 2009, para 7,8%, em 2010

O estudo destaca também que o crescimento de algumas economias da região em 2010 consolidou-se graças ao consumo interno, que reagiu positivamente à melhoria dos indicadores do mercado de trabalho, ao crescimento do crédito, ao aumento do investimento e, em menor medida, ao aumento nas exportações.

"A força macroeconômica mostrada pela maior parte dos países da América Latina e do Caribe nos anos que antecederam a crise internacional marcou uma diferença significativa. Os países aproveitaram-se de um período excepcional de prosperidade na economia e nas finanças internacionais para consolidar suas finanças públicas”, diz o documento. Houve, além disso, redução e melhora do perfil de endividamento e aumento das reservas internacionais.

Com isso, diz o estudo, abriu-se mais espaço para medidas de combate à crise e foi possível a recuperação no segundo semestre do ano passado. Para 2011, a Cepal admite que, embora a recuperação tenha ocorrido de forma relativamente rápida, “ainda existem dúvidas e incertezas sobre a evolução econômica global que podem obscurecer o quadro regional, a médio prazo”.

Um dos motivos é a crise na zona do euro que, de acordo com a Cepal, entre outras coisas, pode ter impacto negativo sobre as exportações. O estudo mostra também que há preocupação em algumas economias do Caribe, que têm dívidas elevadas, como Granada (83%) e Barbados (93%).

A Cepal prevê desaceleração no ritmo de crescimento neste semestre e diz que, mesmo crescendo em 2011, as taxas serão menores, de cerca de 3,8%, o que equivale a um aumento 2,6% na produção per capita.

"Diante deste cenário, a Cepal pede aos países que mantenham políticas públicas orientadas para a proteção dos setores mais vulneráveis no marco de uma estratégia mais ampla, que envolva não somente a área social, mas também as políticas macroeconômicas e as políticas produtivas.”

*Colaborou Kelly Oliveira
Edição: Nádia Franco

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depoimentos

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É um candidato da região. Devemos nos engajar em torno de um candidato que tem no Alto Uruguai o centro de suas atenções e que tem demonstrado intenso trabalho.

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Inauguração do comitê em Porto Alegre - parte 1

Fala de Ivar Pavan na Inauguração do seu comitê de campanha para deputado federal em Porto Alegre. Foi no dia 13 de julho, av. João Pessoa, 1291, em frente ao Jornal do Comércio.


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Como melhorar o atendimento público em saúde?

É urgente aprimorar o atendimento. É, sem nenhuma dúvida, a política pública mais frágil neste momento. O RS é também o estado que menos investe. Isto tem que mudar. É preciso consolidar o SUS, ampliando o financiamento público federal e estadual. Enfrentar a crise dos hospitais e regionalizar o atendimento, fortalecendo hospitais regionais, são ações necessárias.

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