
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (24) mostra Dilma e Serra tecnicamente empatados, com uma ligeira vantagem numérica para o tucano. A sondagem contraria a do instituto Voz Populi, que foi a público nesta semana.
José Serra (PSDB) aparece com 37% das intenções de voto, contra 36% de Dilma Rousseff (PT). Marina Silva (PV) tem 10%. No segundo turno, a situação se inverte e é Dilma quem lidera com pequena vantagem: 46%, contra 45% para Serra.
Na pesquisa espontânea, a petista desponta, com vários fatores a seu favor. Sem acesso aos nomes dos candidatos, 21% dos eleitores mostraram preferência por Dilma. Serra caiu três pontos em relação à última sondagem, para 16%. Mas 4% declaram preferência de voto por Lula, 3% gostariam de votar em um "candidato do Lula" e 1% em um "candidato do PT", votos que tendem a ser transferidos a Dilma.
A diferença percentual entre o tucano e a petista, para o Datafolha, é de um ponto. A sondagem Vox Populi divulgada oficialmente sexta-feira (23) havia colocado Dilma 8 pontos à frente de Serra, com 41% a 33%, o que apontava para uma possível vitória ainda no primeiro turno, a se continuar o ritmo de crescimento da cadidata de Lula.
Os números no Rio Grande do Sul
A pesquisa Datafolha apontou a liderança de Tarso Genro (PT) nas intenções de voto para o governo do Rio Grande do Sul. O petista aparece com 35% dos votos. José Fogaça (PMDB) tem 27% e Yeda Crusius (PSDB), 15%. A atual governadora é a que tem maior rejeição, com 42%. Tarso aparece em segundo, com 13%.
Chamam a atenção os números divulgados para a capital. Fogaça acaba de deixar a prefeitura de Porto Alegre, mas perderia as eleições entre seus moradores. A vantagem de Tarso passa a ser de 13 pontos, com 43% contra 30% de Fogaça.
Na pesquisa espontânea, o petista tem 12%, Yeda tem 7% e Fogaça 6%.

O deputado estadual Ivar Pavan, que agora concorre a deputado federal, é um companheiro de enorme valor, de muita ética, de muita responsabilidade política com o nosso partido, com nossa história e com nossa caminhada.
Fala de Ivar Pavan na Inauguração do seu comitê de campanha para deputado federal em Porto Alegre. Foi no dia 13 de julho, av. João Pessoa, 1291, em frente ao Jornal do Comércio.
É urgente aprimorar o atendimento. É, sem nenhuma dúvida, a política pública mais frágil neste momento. O RS é também o estado que menos investe. Isto tem que mudar. É preciso consolidar o SUS, ampliando o financiamento público federal e estadual. Enfrentar a crise dos hospitais e regionalizar o atendimento, fortalecendo hospitais regionais, são ações necessárias.
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